Aninha levanta do chão onde está sentada na companhia de todos os seus ursinhos de estimação. Para conta ser exata, são exatamente vinte seis ursos gigantes que lhe foram trazidos pelos pais e por amigos como lembrança de viagens que fizeram pelo mundo. Tem urso gigante do Japão, China, Canadá Rússia, Nova Zelândia, Noruega, Máxico, Panamá, de Dubai ela tem dois, Chile, norte americano ela também tem, é lógico! Argentina, Espanha, Itália, um não muito grande que é Afegão e muitos outros que já estão sem a etiqueta que identifica sua origem. Mas o urso que ela mais gosta é do urso trazido pelo pai quando esteve em Itú, São Paulo. Além de ser o mais macio é o que tem o olhar mais expressivo.
Ele não tem nome. Aninha lhe deu apenas o númera 19, o número de ordem da sua chegada.
Vovó Dorinha observa o quarto e pensa consigo no quanto a infância de hoje é diferente da que teve a mais de cinquenta anos atrás.
Após terminar seu almoço, Aninha sabe que deve ir fazer a lição de casa, mas hoje ao terminar sua refeição, Aninha voltou para o quarto e se enfiou em baixo da maior quantidade de ursos que foi capaz. Aninha estava completamente enterrada.
- Aninha, nós hoje precisamos ir visita-la, ela tem elogiado muito seu progresso - vovó Dorinha disse com voz firme olhando fixamente nos olhos da neta.
Com o dedo polegar fixo no queixo e o indicador apontado para o lado do ombro os demais fechados na direçõ da mão, Aninha flexiona o indicador. Vovó Dorinha retorna a cozinha para atender seu pedido.
- Aqui está sua água.
Vovó Dorinha senta-se na cama enquanto ela bebe o líquida que está no copo.
As duas observam uma mulher que está sentada no banco da praça e que tem alguns livros ocupando suas mãos.
- Veja Aninha - pela janela vovó Dorinha aponta em direção a mulher - ela hoje está usando um vestido azul e continua segurando aqueles livros - olhou fixamente par a Aninha com olhos interrogativos antes de perguntar - sobre o que serão?
Com as mãos fechadas, os dois braços na frente do corpo e os punhos cruzados, Aninha pede a sua avó para esperar. Vai até sua mochila de escola e pega um envelope para entregar-lhe.
- O que é isso Aninha? - vovó Dorinha abre vagarosamente o envelope - vamos ver o que é! mostra-lhe seu luminoso sorriso - Ah! é um convite para festa da escola do dia das mães. Será que sua mãe vai poder ir? se ela não puder, eu vou. - abre os braços para oferecer seu carinho a neta antes de concluir - eu adoro festas!
Vovó Dorinha e Aninha trocam um caloroso abraço.
- Vamos cuidar da nossa vida Aninha, a tia Alice não pode esperar, ela tem muitas crianças para atender - virou as costas para ir escolher a roupa que a neta usaria para ir visitar a tia Alice aquela tarde.
Aninha foi um bebê silencioso que não tinha preferência pelas músicas do rádio, não pedia para ir ao colo, não pedia água, não pedia para mamar. O máximo que fazia era ficar parada na frente de um adulto segurando suas pernas. As vezes chorava; em outras gritava. Parava o que estava fazendo para ver as cores e o movimento na televisão. Tinha o estranho hábito de apontar as coisas que queria quando estavam em lugar dificil, quando o lugar era fácil, ela mesma ia pegar. Nunca pedia nada.
Não se incomodava nem se assustava com o latido dos cachorros, não ficava diante da porta para saber quem estava tocando a campainha e nem corria para atender o telefone, quando lhe ofereciam o aparelho para conversar com algum parente ou amigo dos pais, o máximo que fazia era lambe-lo. Tal comportamento enchia seus pais de alegria. Ela era realmente uma gracinha.
Foi durante sua festa de 1 aninho que tal comportamento chamou a atenção de um dos convidados de seu pai. Aninha não brincava na companhia das outras crianças, preferia se divertir sozinha.
-A Aninha está cada vez mais bonita - disse o amigo - chama ela aqui para eu ver de perto.
O pai de Aninha levantou-se de onde estava sentado na companhia da esposa e outros amigos para ir
busca-la, porém, durante sua ida foi contido pelo amigo.
- Você não precisa se levantar para ir busca-la. Chama ela aqui que ela vem!
- Tem muito barulho, é capaz dela não ouvir.
As duas observam uma mulher que está sentada no banco da praça e que tem alguns livros ocupando suas mãos.
- Veja Aninha - pela janela vovó Dorinha aponta em direção a mulher - ela hoje está usando um vestido azul e continua segurando aqueles livros - olhou fixamente par a Aninha com olhos interrogativos antes de perguntar - sobre o que serão?
Com as mãos fechadas, os dois braços na frente do corpo e os punhos cruzados, Aninha pede a sua avó para esperar. Vai até sua mochila de escola e pega um envelope para entregar-lhe.
- O que é isso Aninha? - vovó Dorinha abre vagarosamente o envelope - vamos ver o que é! mostra-lhe seu luminoso sorriso - Ah! é um convite para festa da escola do dia das mães. Será que sua mãe vai poder ir? se ela não puder, eu vou. - abre os braços para oferecer seu carinho a neta antes de concluir - eu adoro festas!
Vovó Dorinha e Aninha trocam um caloroso abraço.
- Vamos cuidar da nossa vida Aninha, a tia Alice não pode esperar, ela tem muitas crianças para atender - virou as costas para ir escolher a roupa que a neta usaria para ir visitar a tia Alice aquela tarde.
Aninha foi um bebê silencioso que não tinha preferência pelas músicas do rádio, não pedia para ir ao colo, não pedia água, não pedia para mamar. O máximo que fazia era ficar parada na frente de um adulto segurando suas pernas. As vezes chorava; em outras gritava. Parava o que estava fazendo para ver as cores e o movimento na televisão. Tinha o estranho hábito de apontar as coisas que queria quando estavam em lugar dificil, quando o lugar era fácil, ela mesma ia pegar. Nunca pedia nada.
Não se incomodava nem se assustava com o latido dos cachorros, não ficava diante da porta para saber quem estava tocando a campainha e nem corria para atender o telefone, quando lhe ofereciam o aparelho para conversar com algum parente ou amigo dos pais, o máximo que fazia era lambe-lo. Tal comportamento enchia seus pais de alegria. Ela era realmente uma gracinha.
Foi durante sua festa de 1 aninho que tal comportamento chamou a atenção de um dos convidados de seu pai. Aninha não brincava na companhia das outras crianças, preferia se divertir sozinha.
-A Aninha está cada vez mais bonita - disse o amigo - chama ela aqui para eu ver de perto.
O pai de Aninha levantou-se de onde estava sentado na companhia da esposa e outros amigos para ir
busca-la, porém, durante sua ida foi contido pelo amigo.
- Você não precisa se levantar para ir busca-la. Chama ela aqui que ela vem!
- Tem muito barulho, é capaz dela não ouvir.

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